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Com três focos, Município de Schroeder conta com a população para combater o Aedes aegypti

Descuidos simples, como largar um pequeno recipiente esquecido no pátio, ou não trocar a água de vasos de plantas regularmente podem significar um possível “lar” para o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue e de outras doenças, que transita na região.

A colaboração da população é essencial para combater a proliferação desse bichinho tão pequeno capaz de causar grandes danos à saúde de todos.

Uma tampinha de garrafa pet com água parada já tem espaço suficiente para a fêmea depositar seus ovos e dar início a um novo ciclo de vida a um dos mosquitos mais perigosos do mundo.

Por essa razão, a enfermeira Cristiane de Lima Pacheco, da Vigilância Epidemiológica, solicita a colaboração da população com os agentes de endemias, que vão até as residências com o crachá e o colete de identificação.

“Tivemos boa aceitação da população, porém, houve alguns casos de negativa. Todo o trabalho dos agentes de endemias reflete na saúde de toda a população de Schroeder”, enfatiza.

A profissional explica que ainda não houve transmissão da dengue no município, mas foram localizados 3 focos do Aedes aegypti. Um foi no bairro Schroeder I e os outros dois, no bairro Sossego.

Em torno desses focos, é feita uma delimitação de área, onde os agentes de endemias realizam visitas nas residências, comércios e empresas, para fazer a remoção de possíveis criadouros do mosquito e, também, repassam orientações à população.

Neste ano, conforme Cristiane, foram registrados dois casos positivos para dengue na região, mas, em ambos, a transmissão ocorreu em outra cidade.

“A população deve verificar com frequência o pátio de suas casas para remover objetos que possam acumular água da chuva. Evitar pratinhos em vasos de plantas ou enchê-los com areia, manter a caixa d'água sempre tampada, calhas limpas para não acumular água. Quem tem piscina em casa deve mantê-la sempre limpa”, orienta.

 




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